A Wikipédia descreve freelancer como o termo inglês para denominar o profissional autônomo, que se autoemprega em diferentes empresas ou, ainda, guia seus trabalhos por projetos, captando e atendendo seus clientes de forma independente. A expressão -- literalmente traduzida como " lanceiro livre" -- deriva dos cavaleiros medievais, mercenários, que se colocavam a serviço dos nobres que lhes pagassem mais para guerrear. E é uma guerra mesmo, de serviços e para conquistar clientes.
O freela é o termo mais utilizado no Brasil para designar os que trabalham de forma independente. Ser freela é aguentar pontos negativos como a falta de respeito pelo seu trabalho, a variação da remuneração mensal, dificuldade de conseguir novos projetos. Também há vantagens como a flexibilidade nos horários e disponibilidade de se dedicar a cada trabalho de maneira particular. No jornalismo é crescente o número de freelancers já que as empresas preferem trabalhadores sazonais a fixos.
Dica: Se valorize, se alguém não gosta do seu trabalho que procure outro, a mudança só é válida se gerar crescimento, não mude para agradar a críticos mas para clientes. Trabalhar como freelancer, no entanto, é a melhor escolha para pessoas como eu que receberam um limão da vida e ao contrário de ficar chorando, resolveram fazer uma deliciosa limonada com açúcar. Fotografar, montar, editar, fazer reportagens, assessoria são apenas alguns itens que aprendi a fazer como freelancer. E aí vai ficar fazendo careta para o limão ou quer vir tomar uma limonada comigo? Seja bem-vindo.